Maquinas Insanas

Um mundo de tunning e velocidade

Archive for junho, 2008

jun
29

Se beber realmente não dirija!!!

Posted by Renato Esteves

Salve galera,

Numa lista de 82 países pesquisados pela International Center For Alcohol Policies, instituição com sede em Washington (EUA), a nova lei seca brasileira com limite de 2 decigramas de álcool por litro de sangue é mais rígida que 63 nações, iguala-se em rigidez a cinco e é mais tolerante que outras 13, onde o limite legal varia de zero a 1 decigrama.

O advogado Ives Gandra Martins diz que a lei é exagerada. “Prisão provisória é uma violência grande. Sou favorável ao enrijecimento da legislação, mas do ponto de vista pecuniário: multas elevadas.”

O advogado Roberto Delmanto afirma que ninguém, pela Constituição, é obrigado a produzir prova contra si, referindo-se ao fato de a lei prever multa de R$ 955 para o motorista que se recusar a fazer o teste do bafômetro. A orientação dele é não fazer o exame e questionar a multa na Justiça.

Com a nova lei, em vigor desde sexta passada, o limite legal agora é equivalente a um chope. Além de multa de R$ 955, a lei prevê a perda do direito de dirigir e a retenção do veículo.

A partir de 6 decigramas por litro (dois chopes), a punição será acrescida de prisão. A pena
de seis meses a três anos e é afiançável (de R$ 300 a R$ 1.200, em média, mas depende
do entendimento do delegado).

Em países vizinhos ao Brasil, como Argentina, Venezuela e Uruguai, o limite legal de concentração de álcool no sangue varia de 5 decigramas por litro a 8 dg/l. Na Europa, países como Alemanha, França, Espanha e Itália têm limites de 5 dg por litro, acima do brasileiro.

Nos EUA, onde a lei varia a cada Estado, o limite fica entre 1 a 8 dg/l. Igualam-se ao Brasil
ao fixar 2 dg/l os países nórdicos, como Suécia e Noruega.

Menos tolerantes que o Brasil estão algumas nações do leste europeu, como Romênia e Hungria, onde o limite é zero.

Em alguns lugares, a lei é mais abrangente e proíbe a condução de barcos, como no Canadá, ou de bicicletas, como a Califórnia (EUA). A Suíça avalia se o carona poderia ou não beber para não prejudicar a habilidade do condutor.

“Foi um avanço, mas o melhor é o limite zero. O problema é implementar a fiscalização. São Paulo tem um número irrelevante de bafômetros”, diz Sérgio Duailibi, da Unidade de Pesquisa em Álcool e Drogas da Faculdade de Medicina da Universidade Federal de São Paulo.

“A legislação no mundo inteiro está mudando. É preciso fazer uma fiscalização rigorosa com bafômetro. No Brasil, o mais grave é que nunca houve um apoio popular mais forte a medidas assim”, completa.

Pesquisa conduzida por ele e pelo também médico Ronaldo Laranjeira, com cerca de 5.600
motoristas em cidades como São Paulo, Belo Horizonte, Vitória, Santos e Diadema revela
que, às sextas e sábados, 30,3% deles tinham algum nível de álcool no sangue constatado no
teste do bafômetro, sendo que 19,3% tinham níveis iguais ou superiores a 6 decigramas de
álcool por litro de sangue, o limite atual para prisão.
 

jun
29

Imagens da Semana IV

Posted by Renato Esteves

Salve galera,

Seguem mais algumas imagens e situações interessantes e engraçadas desse mundo automotivo…

Carro do Lula: Movido a Cerveja

Sonho de Motoboy: Monster CG 

“Tenha seu próprio buraco de rua…” 


 

Beba Coca Shell (ops) 

 Quadriciclo caseiro 

 Para os fãs de Super Máquina

“Você tem o carro, eu a estrada…”

Mini Cooper de areia

 Kombi Mesa de Sinuca, pra levar até na oficina!

Ele ainda acredita em Papai Noel!!!

 

jun
25

Ele está chegando… NOVO GOL

Posted by Renato Esteves

Salve galera,

A Volkswagen liberou para a imprensa a primeira imagem oficial do novo Gol. Trata-se de uma foto de frente, que mostra com clareza os novos conjunto óptico, grade e capô do carro. Deixa evidente também que o Gol passou a ser produzido numa nova plataforma, a mesma de Fox e Polo, que é maior que a atual. Basta notar como o carro parece mais alto. A foto oficial é a que está logo abaixo nesta página. O novo Gol será lançado com uma festa na Volks no próximo domingo (29). Na segunda (30) haverá o test-drive para a imprensa especializada.

Painel de Instrumentos do Novo Gol

Evidentemente, todas as informações sobre o novo Gol — inclusive preços oficiais e a data de início das vendas — só serão conhecidas na apresentação técnica e de marketing da Volks. Mas muita coisa pode ser adiantada.

Em tom messiânico: O novo GOL

A principal evolução do trem de força do novo Gol é o seu posicionamento. O motor deixa de ser longitudinal (disposto no sentido do comprimento da carroceria), característica que, salvo engano, era exclusiva do Gol entre os carros fabricados no Brasil. Com o motor assim, o espaço no habitáculo precisava ser ajustado em função dele, o que gerou a famosa “entortada” à esquerda no volante — algo que desaparece no novo Gol. Também não é, em caso de acidente frontal, a posição de motor ideal quanto à segurança de quem vai dentro.

Montado transversalmente sob o capô do novo Gol estará o motor que a Volks apresentou há poucos meses para a linha Fox 2009, o EA111 VHT, disponível nas capacidades 1.0 e 1.6. São propulsores que registram um ligeiro aumento de potência e torque máximos em relação aos anteriores (os EA111), além de entregá-los em rotações menores. O motor 1.0 oferece 72/76 cavalos (gasolina/álcool) a 5.250 rpm. Já o 1.6 gera 101/104 cavalos na mesma rotação. No caso do 1.6, o torque máximo de 15,4/15,6 kgfm é obtido já aos 2.500 giros. Ou seja: são unidades de força pensadas para o trânsito urbano, onde aceleração e giro alto não são a regra.

Em termos estéticos, o novo Gol procurou mover-se para longe da porta de entrada do mundo automotivo. Isso não se deve apenas à plataforma maior, mas também à busca de referências em carros mais caros. A Fiat fez assim com o Siena, colando frisos e copiando lanternas de Alfa Romeo, e mesmo a Toyota optou por transformar o novo Corolla num mini-Camry — sempre de olho no andar de cima. No caso do novo Gol, essa intenção transparece ao analisarmos o conjunto óptico, que lembra (para ficarmos só na gama Volks) o do SUV Tiguan e mesmo o do sedã Passat. Já a traseira “parece” ter buscado referências num dos raros hatchbacks de luxo disponíveis no mercado, o Série 1 da BMW.

Imagem oficial do Novo Gol

Traseira do Novo Gol

O Gol com a carroceria atual e de duas portas deve ser mantido no mercado com a motorização 1.0, para enfrentar especificamente o Fiat Palio Fire — que também manteve-se o mesmo a despeito da atualização do respectivo modelo em 2007. Até o final do ano, talvez no Salão do Automóvel de São Paulo (em outubro), o novo Gol ganhará um irmão: um sedã pequeno que pode retomar o nome Voyage, do extinto três-volumes derivado do hatch — ou mesmo chamar-se simplesmente Gol Sedan, como acontece na linha Polo.

Novo Gol e o Relançamento do Voyage

LONGEVIDADE

O Volkswagen Gol foi lançado em 1980 e é líder de vendas no país desde 1987, caminhando para completar o 21º ano na mesma posição. Ele mesmo um “matador” — pois ajudou a enterrar o Fusca –, sobreviveu a tentativas de eliminação desfechadas pela própria Volkswagen, que poderia tê-lo descontinuado a partir da eventual consolidação do Polo e/ou do Fox. Os três carros, cujos preços apresentam intersecções a depender das versões e dos equipamentos, hoje convivem pacificamente. O Palio, seu principal rival, só alcançou o Gol atual em emplacamentos quando a produção deste parou por alguns dias em 2007, para adaptar a fábrica ao novo modelo. Compactos como os Chevrolet Celta e Corsa e os Ford Ka e Fiesta não vêem nem a poeira levantada pelo carro da Volks na estrada das vendas.

O Gol, atualmente na chamada Geração IV (embora tenha sofrido apenas duas alterações ligeiras desde que virou “Gol Bola”, em 1994), é o único carro de sua época que ainda está em linha (além da Kombi). Tanto tempo no mercado o levou à marca de 5 milhões de unidades vendidas, atingida em novembro de 2007. É o campeão histórico da indústria automobilística nacional, à frente mesmo do Fusca. Ao menos 15 países o importam do Brasil atualmente; na Argentina, é líder de vendas. Em sua história, detém dois pioneirismos: em 1989, a versão esportiva GTI foi o primeiro carro nacional com injeção eletrônica de combustível; e em 2003 foi o Gol que estreou um motor com tecnologia bicombustível.

Tudo isso fez a Volks tratar o lançamento do novo Gol primeiramente como um segredo de estado, e depois como algo quase sobrenatural. Há meros cinco meses, durante o Salão de Detroit, nos Estados Unidos, executivos brasileiros da marca ainda desconversavam quanto à própria existência do carro. Quando começou a divulgar o lançamento, a Volks usou a frase “Ele está chegando”, como se falasse da segunda vinda de Cristo. Nos primeiros comunicados e convites à imprensa, o lançamento do novo Gol foi descrito como “o evento mais importante do ano”. Como o texto não especificava nem mesmo que se tratava de um carro, a impressão era de que, para a Volks, sua chegada superaria em importância as Olimpíadas, a eleição nos Estados Unidos, a simulação do Big Bang etc. etc.

Agora o “mistério” chegou ao fim. A Volks não poderia mesmo segurar a foto oficial por mais tempo, já que não param de aparecer flagras do carro em concessionárias e cegonhas, geralmente em fotos de baixa qualidade técnica. De resto, uma parte das autorizadas da marca deve começar a receber exemplares para test-drive talvez ainda esta semana. Mesmo assim, a Volks embargou a imagem que você vê no alto dessa página até este dia 25.

Embrulhados para presente em uma cegonheira

jun
23

Falcão Peregrino

Posted by Renato Esteves

Salve galera,

A Suzuki GSX-R 1300 tem o nome de batismo inspirado numa ave de rapina: o falcão hayabusa. Segundo os ornitólogos, esta é a ave mais veloz do mundo e sua refeição predileta são outras aves. Quer dizer: o departamento de marketing da Suzuki batizou essa moto de Hayabusa querendo dar a entender que ela é mais veloz e vai devorar a Honda Blackbird - “pássaro preto” em inglêsA Suzuki GSX-R 1300 tem o nome de batismo inspirado numa ave de rapina: o falcão hayabusa. Segundo os ornitólogos, esta é a ave mais veloz do mundo e sua refeição predileta são outras aves. Quer dizer: o departamento de marketing da Suzuki batizou essa moto de Hayabusa querendo dar a entender que ela é mais veloz e vai devorar a Honda Blackbird - “pássaro preto” em inglês.O pior, para a Honda, é que conseguiram.

Existe uma cultura estranha entre os motociclistas. A velocidade é a característica mais importante para julgar o nível de sedução de uma moto. Isso explica essa disputa pela moto de série mais veloz do mundo. E vem mais por aí, porque a Kawasaki já preparou a ZX-12 Ninja, que promete ser ainda mais veloz. Segundo fontes oficiais, ela até agora não foi lançada porque era preciso desenvolver rodas e pneus de medidas absurdas.

Como é andar de moto a 300 km/h? É mais ou menos como ser sugado por um gigantesco aspirador de pó. A visão periférica fica tão apertada quanto num canudo, a respiração quase pára, o som do vento no capacete fica tão alto - apesar da carenagem - que o ronco do motor vai sumindo e preciso controlar as rotações pelo conta-giros. O medo deixa de ser uma sensação imaginária e torna-se bem real e presente. Não dá para evitar pensamentos como “e se quebrar esta roda?” Para evitar esse tipo de temor, volto minha mente para as características desta deliciosa Supersport Touring.
Para receber o cetro de moto mais veloz do mundo, a Suzuki produziu um motor de quatro cilindros em linha, refrigerado a líquido, com 1.298 cm3, que desenvolve potência de 172,6 cavalos a 9.800 rpm. Sua principal característica é a fluidez, também conhecida como distribuição de potência, capaz de levar o motor, em sexta marcha, dos 2.000 até 11.500 rpm sem sinais de indecisão. Outra faceta deste propulsor é a rapidez com que sobe de giros, como se fosse um dois-tempos. Traduzindo: é um motor agradável, que dá muito prazer de pilotar, tanto numa pista como nas ruas.

Volto o pensamento para dentro da carenagem. Esta Suzuki tem um estilo bem particular. Dizer se é feia ou bonita é um julgamento que deixo para você, leitor, mas posso adiantar que ela foi inteiramente desenvolvida em túnel de vento, recebendo um estudo aerodinâmico voltado para altas velocidades.
Felizmente pude comprovar isso na prática, porque mesmo acima de 300 km/h a frente fica tão presa ao chão que pareço estar caminhando sobre trilhos. A preocupação com a penetração aerodinâmica tem mais uma finalidade: melhorar o sistema de alimentação. O ar é captado na frente da carenagem, ao lado dos piscas, e pressurizado por meio de tubos até a caixa de filtro de ar sob o tanque. Quanto maior for a velocidade de passagem do ar, melhor será a “respiração” do motor, resultando em mais potência.

Para colocar as tomadas de ar no ponto de maior pressão aerodinâmica, foi preciso criar um farol de formato esquisito, que deixou a Hayabusa com cara de ciclope. As lâmpadas halógenas com lentes de aumento fazem muito bem o papel de iluminar o caminho. A eletrônica está presente na alimentação e ignição, tudo gerenciado por uma central que “lê” parâmetros climáticos e do motor para injetar a quantidade ideal de mistura em cada cilindro e na hora certa. Cada cabo das velas conta com uma bobina integrada. Aliás, este sistema está cada vez mais comum nas motos esportivas.

Felizmente pude comprovar isso na prática, porque mesmo acima de 300 km/h a frente fica tão presa ao chão que pareço estar caminhando sobre trilhos. A preocupação com a penetração aerodinâmica tem mais uma finalidade: melhorar o sistema de alimentação. O ar é captado na frente da carenagem, ao lado dos piscas, e pressurizado por meio de tubos até a caixa de filtro de ar sob o tanque. Quanto maior for a velocidade de passagem do ar, melhor será a “respiração” do motor, resultando em mais potência.

Para colocar as tomadas de ar no ponto de maior pressão aerodinâmica, foi preciso criar um farol de formato esquisito, que deixou a Hayabusa com cara de ciclope. As lâmpadas halógenas com lentes de aumento fazem muito bem o papel de iluminar o caminho. A eletrônica está presente na alimentação e ignição, tudo gerenciado por uma central que “lê” parâmetros climáticos e do motor para injetar a quantidade ideal de mistura em cada cilindro e na hora certa. Cada cabo das velas conta com uma bobina integrada. Aliás, este sistema está cada vez mais comum nas motos esportivas.

Felizmente pude comprovar isso na prática, porque mesmo acima de 300 km/h a frente fica tão presa ao chão que pareço estar caminhando sobre trilhos. A preocupação com a penetração aerodinâmica tem mais uma finalidade: melhorar o sistema de alimentação. O ar é captado na frente da carenagem, ao lado dos piscas, e pressurizado por meio de tubos até a caixa de filtro de ar sob o tanque. Quanto maior for a velocidade de passagem do ar, melhor será a “respiração” do motor, resultando em mais potência.

Para colocar as tomadas de ar no ponto de maior pressão aerodinâmica, foi preciso criar um farol de formato esquisito, que deixou a Hayabusa com cara de ciclope. As lâmpadas halógenas com lentes de aumento fazem muito bem o papel de iluminar o caminho. A eletrônica está presente na alimentação e ignição, tudo gerenciado por uma central que “lê” parâmetros climáticos e do motor para injetar a quantidade ideal de mistura em cada cilindro e na hora certa. Cada cabo das velas conta com uma bobina integrada. Aliás, este sistema está cada vez mais comum nas motos esportivas.

Ficha técnica

MOTOR - 4 cilindros, 4 tempos, refrigerado a água. Comando no cabeçote, 4 válvulas por cilindro. Cilindrada: 1.299 cm³. Potência: ND. Injeção eletrônica Keihin/Denso. Partida elétrica.
CÂMBIO - 6 marchas constantemente engrenadas.
FREIOS - dianteiro, duplo disco de 320 mm ø; traseiro, um disco de 240 mm ø.
SUSPENSÃO - dianteira, garfo telescópico invertido, ajustável; traseira, monoamortecida, ajustável.
PNEUS - dianteiro, 120/70 ZR 17; traseiro, 190/50 ZR 17.
DIMENSÕES - comprimento, 2,14 m; largura, 74 cm; altura, 1,155 m; entreeixos, 1,485 m; altura do banco, 80,5 cm; capacidade do tanque, 22 l; peso, 215 kg.

 Falcão “Hayabusa”, a moto de série mais rápida do mundo

jun
22

Massa, Massa…

Posted by Renato Esteves

Salve galera,

Após 15 anos novamente um brasileiro assume a liderança do campeonato de F1. Quem é o autor desta façanha? Ele mesmo, Felipe Massa. Com 48 pontos é o novo líder. Pontos esses adquiridos com a brilhante vitória conquistada no GP da França. Faço votos que esse jovem piloto abrilhante cada vez mais sua carreira, num esporte de alta velocidade e que já criou muitos ícones de gerações inteiras como o nosso Ayrton Senna… Parabéns Massa por mais essa conquista.

É Massa, é do Brasil!!!

jun
19

Audi R8

Posted by Renato Esteves

Salve galera,

Quando apareceu pela primeira vez, no Salão de Frankfurt de 2003, o Le Mans quattro causou um impacto tão forte que a Audi, dona da Lamborghini, teve de sucumbir aos apelos populares e se dispôs a colocar algumas unidades do carro na rua. O nome do modelo de produção em série está intimamente ligado ao do carro-conceito: R8 é o mesmo do carro de corrida que venceu em Le Mans cinco vezes.

O protótipo trazia motor maior que o do carro de corrida, um belo V10 de 500 cv, mas a versão de produção em série foi mais fiel às origens, adotando um motor V8, mas 4,2-litros, em vez de 3,6-litros, como o do modelo de competição. A potência, de qualquer modo, é menor: 420 cv a 7.800 rpm (o motor gira até 8.250 rpm!), com tecnologia FSI, de injeção direta de gasolina. Como convém a boa parte dos carros com espírito “nervoso”, o motor do R8 é central. A tração é integral

Com essa usina, o carro, de 4,43 m de comprimento, apenas 1,25 m de altura e 1.560 kg de peso total, chega a uma velocidade máxima de 301 km/h e vai de 0 a 100 km/h em 4,6 s. Não chega a rivalizar com os Ferrari, Porsche e Lamborghini mais nervosos, mas a idéia é essa mesma: se o Audi fosse pouca coisa mais forte, poderia competir diretamente com os Lamborghini que a marca alemã preza tanto.

O R8 é o primeiro carro em série do mundo a oferecer a opção de trazer todas as suas luzes (faróis altos, baixos, DRLs, lanternas e piscas) com LEDs, ou diodos emissores de luz, com vida útil muito maior do que a de qualquer carro, ou seja, cuja troca será praticamente impossível. E por uma mera questão de necessidade.

O carro oferece duas opções de câmbio: um de seis marchas, convencional (se é que se pode dizer isso de qualquer equipamento presente neste carro) e o Audi R tronic, de trocas de marchas seqüenciais, sem ligação mecânica entre câmbio e alavanca. É a tecnologia “shift-by-wire”, uma das “by-wire” que, um dia, transformarão a experiência de guiar um carro semelhante a pilotar um avião. Pelo menos na cabine, ou melhor, habitáculo.

Por dentro, funcionalidade e luxo são as palavras de ordem. O porta-malas, dianteiro, tem capacidade para apenas 100 l, menor que o de um Ford Ka ou de um Kia Picanto, mas perfeitamente capaz de carregar as malas dos dois ocupantes que o carro comporta.

As rodas, de aro 18, com pneus 235/40 na frente e 285/35 atrás, podem ser substituídas por rodas aro 19, ao gosto do freguês. Com encomendas abertas desde hoje, o carro só começará a ser entregue na segunda metade de 2007, com um ritmo de produção de 15 unidades por dia. Tudo artesanal, na quattro (divisão esportiva da Audi). O preço? Honestamente, quem pode comprá-lo não pergunta quanto custa.


Audi R8… A perfeição

A verdadeira máquina insana

jun
15

Imagens da Semana III

Posted by Renato Esteves

Salve galera,

As imagens da semana dedico aos proprietário do pequeno besouro barulhento mais amado do Brasil… Não identificaram ele ainda? Estou falando do fusca, o mais brasileiro dos VW, garanto que todo mundo pelo menos uma vez na vida andou de fuka… Pois ele é como chifre e mulher feia, ou seja, você ainda vai ter um…